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COMUNICADO DO TJ

Restos mortais de Roberta Dias passam por produção de provas e sepultamento é adiado

Bruno Fernandes

21/07/2021 13h01 - Atualizado em 21/07/2021 13h01

Roberta Dias foi assassinada em abril de 2012
DivulgaçãoRoberta Dias foi assassinada em abril de 2012

Os restos mortais da jovem Roberta Dias, encontrados em abril deste ano no município de Piaçabuçu, continuam sendo periciados para serem usado como prova. O procedimento foi confirmado pelo Tribunal de Justiça de Alagoas nesta quarta-feira, 21, e devido a isso, o sepultamento precisou ser cancelado pela família.

Apesar de o Instituto Médico Legal ter tomado os trâmites legais para o encaminhamento do cadáver para os parentes, a família só deve retirar a ossada do órgão depois que a Justiça autorizar.

"A assessoria de comunicação do TJAL entrou em contato com o juiz do caso, o qual fez menção a uma decisão dada ontem (20/07) no sentido de que o cadáver encontrado ainda interessa ao processo", destacou o TJAL em nota.

O Laboratório de Genética Forense do Instituto de Criminalística de Alagoas confirmou no dia 14 deste mês a identidade da ossada encontrada no Povoado Pontal do Peba em Piaçabuçu este ano. A jovem estava desaparecida desde 2012.

O fim do mistério começou a ser esclarecido quando populares encontraram no dia 18 de abril um crânio em um areal da praia do povoado. Três dias depois, em 21 de abril, sabendo do achado, a família da jovem resolveu fazer buscar na mesma região e encontrou parte de um esqueleto humano.

O caso Roberta Dias sofreu reviravolta em maio de 2018, quando um áudio mostrando o diálogo de duas pessoas vazou. Na gravação, que chegou a ser periciada pela Polícia Federal, o jovem identificado como Karlo Bruno confessa que participou do sequestro da vítima e que a matou asfixiada com o emprego de um fio de extensão de som automotivo, crime praticado na presença do namorado e pai do filho que a jovem esperava.

Após análise do áudio, o Ministério Público de Alagoas concluiu também que a sogra de Roberta Dias, Mary Jane, “foi a mentora e financiadora da empreitada criminosa”.

A avó do filho da jovem e Karlo Bruno foram denunciados por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima); ocultação de cadáver e aborto provocado por terceiro.

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