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ECONOMIA

Alagoas é o quarto estado do Nordeste com o maior Índice Nacional da Construção Civil

Bruno Fernandes com IBGE

09/06/2021 14h02

Ritmo da construção civil contribuiu para criar empregos em 2020
Agência Brasil/ José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservadosRitmo da construção civil contribuiu para criar empregos em 2020

Alagoas é o quarto estado do Nordeste com o maior Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) mapresentando o valor de 1,80% mensal e um índice anual de 10,45%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, calculados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgados nesta quarta-feira, 9.

No Brasil, o Índice Nacional da Construção Civil foi de 1,78% em maio, 0,09 ponto porcentual abaixo da taxa de abril (1,87%). Os dados nacionais levantados, no entanto, demonstraram um aumento nas taxas em todas as regiões do país, sobretudo no Sudeste (2,07%), devido ao aumento na parcela dos materiais.

O índice é uma taxa calculada mensalmente pela FGV para medir o aumento dos custos dos insumos utilizados em construções habitacionais. Ou seja, é índice é utilizado para reajustar as parcelas dos contratos de compras de imóveis em fase de construção.

Outro destaque de Alagoas, foi referente aos valores do custo nacional de construção, por metro quadrado, que se destacaram como sendo o sexto maior do Nordeste, no valor de R$ 1.276,38. O acumulado no ano foi de 8,71% e, nos últimos doze meses, de 18,18%.

Em maio de 2020 o índice havia sido de 0,17%. O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou de R$ 1.363,41 em abril para R$ 1.387,73 em maio, sendo R$ 810,08 relativos aos materiais e R$ 577,65 à mão de obra.

A parcela dos materiais, a nível nacional, subiu 2,66%, variação 0,48 ponto percentual menor que a do mês anterior (3,14%). Em relação a maio de 2020, (0,19%), houve aumento de 2,47 pontos percentuais.Já a parcela da mão de obra subiu 0,58%, com alta de 0,40 ponto percentual em relação a abril (0,18%) e de 0,44 ponto percentual se comparado a maio do ano anterior (0,14%).

Puxaram essa alta os dissídios coletivos homologados no Rio de Janeiro e Distrito Federal, No ano, as altas acumuladas foram de 14,03% (materiais) e de 2,04% (mão de obra). Em doze meses, os acumulados chegaram a 31,58% (materiais) e 3,44% (mão de obra).
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