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COMÉRCIO

Vendas no varejo caem 1,1% em Alagoas no mês de abril

Assessoria

08/06/2021 11h11

Centro de Maceió
DivulgaçãoCentro de Maceió

As vendas do comércio varejista caíram 1,1% em Alagoas no mês de abril. Essa foi a terceira variação negativa no ano: janeiro (-3,7%) e março (-1,7%) apresentaram queda e fevereiro registrou alta (0,9%). As informações são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira (08) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação a abril de 2020, as vendas no varejo cresceram 23% em Alagoas. No acumulado do ano, o setor registra aumento de 1,9% frente ao mesmo período do ano anterior, enquanto nos últimos 12 meses acumula crescimento de 0,8%.

No Brasil, as vendas no comércio varejista subiram 1,8% na passagem de março para abril, a maior alta para o mês desde 2000, após queda de 1,1% em março. Com isso, o varejo ficou 0,9% acima do patamar pré-pandemia. O setor acumula crescimento de 4,5% no ano e de 3,6% nos últimos 12 meses.

O resultado positivo no Brasil atingiu sete das oito atividades investigadas pela pesquisa. A maior alta foi a de Móveis e eletrodomésticos (24,8%). Outras variações positivas vieram dos setores de Tecidos, vestuário e calçados (13,8%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (10,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,7%), Livros, jornais, revistas e papelaria (3,8%), Combustíveis e lubrificantes (3,4%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%).Já o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,7%) foi o único a ter retração frente ao mês anterior.

Essa queda fez com que o índice geral não fosse maior em abril, uma vez que o setor representa quase metade (49,2%) do volume de vendas pesquisado. “O consumo das famílias se modificou em termos de estrutura no começo da pandemia. O que tem acontecido é que, em alguns setores, o consumo tem se concentrado em momentos específicos do ano. Antigamente, esses momentos eram muito marcados, como a Black Friday e o Natal, agora o cenário mudou”, analisa o gerente da pesquisa, Cristiano Santos, observando o panorama nacional.

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