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COMÉRCIO

Preço do gás de cozinha sobe e assusta consumidores alagoanos

Desde do começo de 2021, a Petrobras já vinha anunciando um aumento de 6% no preço do gás

Igor Albuquerque - Estagiário sob supervisão

04/05/2021 18h06 - Atualizado em 04/05/2021 18h06

Botijão de gás
Agência BrasilBotijão de gás

O consumidor alagoano vem notando um aumento maior nos gastos e que afeta o seu bolso. É evidente o aumento geral no preço das mercadorias, mas uma em específico ganhou destaque, o gás de cozinha. De acordo com dados da agência nacional do petróleo (ANP), o preço do produto voltou a subir na última semana. Do dia, 25 de abril a 1º de maio, o valor aumentou em 0,4%. Para muitas famílias, o reajuste tá pesando no orçamento.

Uma pesquisa de preço feita em quatro revendedores de gás aponta que, o valor do botijão de 13 quilos, em Maceió, custa em média R$ 86 se for comprado no dinheiro (em espécie). Já para efetuar a compra por meio do cartão de crédito, o valor tem aumento e a média fica R$ 88. A parte alta da capital alagoana registra preços mais baixos, entretanto, ainda assim está mais cara que o produto vendido em estados do Centro Oeste e Sudeste. 

Desde do começo de 2021, a Petrobras já vinha anunciando um aumento de 6% no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP). No começo do ano o preço do gás de cozinha chegou aos assustadores R$ 100, em Porto Velho-RO.

 

O preço do botijão do gás levou alguns consumidores a utilizar fogão a lenha ou carvão. Em 2017, ou seja, há quatro anos, uma avaliação do IBGE mostrou que mais de um milhão e duzentas mil famílias brasileiras haviam trocado o gás de cozinha por lenha por causa do preço elevado do produto. Em 2018, 90% das pessoas internadas por queimaduras no Hospital da Restauração, em Recife, tinham trocado o gás de cozinha pelo álcool.

No Brasil, poucos têm acesso ao gás encanado, que no cenário atual seria uma solução mais econômica. Segundo a ANP, a região Centro-Oeste, local de mais difícil acesso de distribuição do gás de cozinha, o valor do produto está 0,4% maior na semana de abril (25/4 a 1/5) do que na semana anterior.

O menor valor continua sendo na região Sudeste, com preço médio de R$ 65/botijão. O último ajuste do GLP 13 Kg foi anunciado pela Petrobras no dia 1º de abril, da ordem de 5% em relação ao preço anterior. Os movimentos no preço do produto pela estatal têm sido mensais, ao contrário dos demais combustíveis, que acompanham mais de perto as oscilações do petróleo e derivados no mercado internacional.

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