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Juízes da massa falida de João Lyra deixam processo sob suspeição

Relatora condena colegiado ao pagamento de custas processuais por atuação parcial

Vera Alves - Especial para o EXTRA

16/04/2021 08h08 - Edição 1114

Elisabeth Nascimento considerou parcial atuação dos juízes
DivulgaçãoElisabeth Nascimento considerou parcial atuação dos juízes

Os quatro juízes que por mais de um ano atuaram conjuntamente à frente do processo judicial da Massa Falida da Laginha Agroindustrial entraram esta semana com um pedido de renúncia coletiva. A decisão implica na perda de objeto – e consequente arquivamento – de uma ação de suspeição movida contra os magistrados pelo falido João Lyra por meio de sua filha e curadora, Maria de Lourdes Pereira de Lyra, e que seria julgada na próxima semana pelo Pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas.

Bruno Araújo Massoud, Filipe Ferreira Munguba, Marcella Waleska Costa Pontes Garcia e Phillippe Melo Alcântara Falcão foram acusados por Lourdinha Lyra de atuarem de forma parcial no processo e sempre em favor do ex-administrador judicial José Lindoso da Silva, da Lindoso e Araújo Consultoria Empresarial Ltda, ao qual acusam de haver vilipendiado o patrimônio do extinto conglomerado de empresas antes pertencentes ao ex-deputado federal. 

Relatora da Exceção de Suspeição n° 0501007- 41.2020.8.02.0000, que desde dezembro tramita no TJ, a desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento tenta há um mês colocar o processo em pauta para julgamento pelo Pleno do TJ, mas se deparou com a falta de quórum. É que seis dos 15 desembargadores se averbaram suspeitos para decidir sobre a lide e na última tentativa outros três estiveram ausentes da sessão.

Leia na íntegra no EXTRA ALAGOAS nas bancas!

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