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JAPARATINGA

Denúncia de grilagem é alvo de sindicância na Corregedoria-Geral de Justiça

IMA autua empreendimento por falta de licença ambiental

Redação

28/11/2020 07h07 - Edição 1097

André Henrique diz ser apenas procurador da imobiliária
DivulgaçãoAndré Henrique diz ser apenas procurador da imobiliária

A beira-mar de uma das praias mais bonitas de Alagoas e do Brasil está sendo alvo de polêmica com direito a processo investigativo na Corregedoria-Geral de Justiça de Alagoas (CGJ). O motivo do imbróglio é o Loteamento Atlântico I, localizado em Japaratinga, município situado a 121 km de Maceió.

Como denunciado na edição passada deste semanário, a imobiliária Belém Salgadinho S/A é acusada de atropelar a Justiça e grilar terras com a finalidade de construir o residencial por meio de documentos expedidos na década de 80. Uma vez dona de terras no município, essas teriam sido revendidas há 30 anos.

Porém, com as documentações passadas, a empresa estaria “reconquistando” os terrenos à força. Isso com a anuência e participação de André Henrique Gomes da Fonseca, advogado e cônsul honorário em Recife (PE) do Gabão, país localizado na África Central.

No dia 19 de novembro, a CGJ instaurou uma sindicância administrativa contra Djalma Accioly Lindoso Filho, interino responsável pelo Cartório do 1º Ofício de Notas e Registro de Imóveis da Comarca de Maragogi para apuração de suposta prática de falta funcional praticada no registro do imóvel denominado Bitingui.

Leia a matéria na íntegra no EXTRA ALAGOAS nas bancas!


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