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ECONOMIA

Fim do auxílio emergencial vai causar onda de endividamento em Alagoas

1,22 milhão de alagoanos recebem o auxílio, que será extinto em dezembro

Bruno Fernandes

21/11/2020 08h08

Economista alerta para aumento de dívidas a partir de janeiro de 2021
Agência BrasilEconomista alerta para aumento de dívidas a partir de janeiro de 2021

Os maceioenses voltam a se endividar nos próximos meses. A afirmação é do doutor em Economia e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Cícero Péricles. Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, produzido pela Federação do Comércio do Estado de Alagoas, revelaram uma queda no número de endividados entre janeiro e setembro deste ano. Usando como principal exemplo a cidade de Maceió, durante o mês de janeiro um total de 205.318 maceioenses possuíam algum tipo de dívida, sendo que 43.452 não teriam condições de pagá-las. Oito meses depois esse número caiu para 202.052, com 42.926 sem condições de pagar.

Mesmo que tímida, a diminuição no número de endividados na capital alagoana serve de alerta para uma onda de novos endividados a partir do mês de janeiro causada pelo fim total do pagamento do auxílio emergencial repassado pelo governo federal durante a pandemia do novo coronavírus. Atualmente, 1,22 milhão de alagoanos recebem o auxílio, e, considerandp apenas o valor pago para mulheres chefes de família, foram injetados aproximadamente R$ 6 mil em um intervalo de cinco parcelas na renda de uma única família.

O principal vilão dos maceioenses é o cartão de crédito, representando 96,6% das dívidas, seguido dos carnês (18,4%) e crédito pessoal (6,2%).

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