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496 casos

Focos de queimadas afetam áreas de conservação em Alagoas

Tamara Albuquerque

18/11/2020 08h08

APA da Marituba do Peixe, o Pantanal alagoano, em Penedo
DivulgaçãoAPA da Marituba do Peixe, o Pantanal alagoano, em Penedo

Relatórios técnicos do Instituto do Meio Ambiente (IMA) em Alagoas revelam um impressionante número de focos de queimadas em vegetação no estado. Este mês, foram registrados 496 casos. Em apenas sete dias (de 8 a 14)  ocorreram 207 focos de queimadas, dos quais 121 monitorados pelo instituto. As queimadas atingiram 08 áreas de Proteção Ambiental, inclusive as de maior preservação como Murici, Marituba do Peixe e Lagoa de Jequiá.

O IMA faz o monitoramento desses focos de queimada e divulga mensalmente o relatório. NO ranking dos municípios com maior registro de incidência estão, por ordem decrescente: Penedo (25 casos), Coruripe(19), Jequiá da Praia (19), Atalaia (7), e Rio Largo (9). As queimadas afetam áreas com vegetação de caatinga, floresta estacional e ombrófila, formações pioneiras e transição fitoecológica.

No período de 1 a 7 deste mês, foram registrados 289 focos de queimadas no estado com danos nas unidades de conservação, as APAS de Murici, Santa Rita, Piaçabuçu e Marituba do Peixe.

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