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Presidente da Seagra rebate acusações de irregularidades em venda de terreno

José Fernando Martins

23/10/2020 13h01 - Atualizado em 23/10/2020 13h01

Sede da Seagra
Foto: DivulgaçãoSede da Seagra

A Sociedade dos Engenheiros Agrônomos de Alagoas (Seagra) entrou em contato com a reportagem do EXTRA para rebater as informações da matéria "Juiz pode anular assembleia que resultou na venda da sede da Seagra".

Conforme a entidade, a venda do terreno da associação foi discutida com a categoria por meio de assembleias seguindo todo o trâmite estipulado.

"Existe processo judicial interposto por associados que discordaram da venda do imóvel e, no qual, a Seagra já apresentou a sua defesa", pontou o presidente Álvaro Otávio Vieira Machado.

Leia na íntegra

A Sociedade dos Engenheiros Agrônomos de Alagoas – SEAGRA, através de sua novel diretoria recentemente empossada, considerando as informações insertas na reportagem do jornal NOVO EXTRA, intitulada de “Juiz pode anular assembleia que resultou na venda da sede da SEAGRA”, vem a público esclarecer que, em primeiro lugar, a alteração do estatuto ocorreu em dezembro/2017 através de assembleia devidamente convocada para tal finalidade, não tendo qualquer associado se insurgido contra a mesma, o que só ocorreu quando a venda do imóvel foi concretizada já no ano de 2019.

Em segundo lugar, quanto a venda do espaço da sede da SEAGRA, esta foi discutida em diversas assembleias realizadas durante todo o ano de 2018, que contaram inclusive com a participação de alguns dos autores da mencionada ação judicial, e que a concretização do negócio, conforme decidido nas citadas reuniões, foi precedida pela contratação de consultor imobiliário, que avaliou a área em questão, e de um consultor jurídico, que orientou todo o processo de venda, o que resultou na publicação de edital de concorrência, tendo as propostas apresentadas sido devidamente analisadas por comissão de negociação composta por associados para esse fim e levadas a apreciação do colegiado na assembleia realizada no dia 04/01/2019, que aprovou a proposta de maior valor - condizente com à avaliação do perito contratado.

Ressalta ainda que a Ata da mencionada assembleia, que culminou na aprovação da proposta de compra e venda, foi devidamente registrada no Cartório do 2º Ofício de Notas de Maceió/AL, no dia 14/01/2019.

Outrossim, informa que existe processo judicial interposto por associados (alguns que inclusive participaram das assembleias mas foram votos vencidos) que discordaram da venda do imóvel e, no qual a SEAGRA já apresentou a sua defesa anexando os documentos pertinentes ao caso. Ressalta ainda que a transparência e a discussão são fundamentais e que a SEAGRA não se furta a debates e críticas.

Para tanto, motivado pelo espírito democrático e ciente do seu dever de conferir transparência aos atos praticados, evitando que distorções como as publicadas na reportagem prevaleçam, coloca-se a disposição para maiores esclarecimentos. O órgão de imprensa poderia ter aberto espaço para o contraditório, que deveria ter sido observado antes mesmo da publicação da matéria, como ditam as boas práticas do jornalismo.

Maceió/AL, 22 de outubro de 2020. Álvaro Otávio Vieira Machado Presidente

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