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TC de Alagoas pede instalação de sismógrafo na sede do órgão

Bruno Fernandes

09/10/2020 15h03 - Atualizado em 09/10/2020 16h04

Reunião aconteceu na sede do Tribunal de Contas do Estado
AssessoriaReunião aconteceu na sede do Tribunal de Contas do Estado

O Tribunal de Contas do Estado de Alagoas solicitou nessa quinta-feira, 8, que a Defesa Civil Municipal realize a instalação de um equipamento sismográfico na sede do órgão, localizada no bairro do Farol, em Maceió.

O pedido feito diretamente ao coordenador geral, Dinário Lemos, acontece devido a proximidade com o bairro Pinheiro. O aparelho é de grande importância para o monitoramento de fenômenos geológicos na região.

A instalação de aparelhos para essa finalidade consta nas exigências feitas pela Prefeitura de Maceió, através da Defesa Civil e pela CPRM, vinculada ao Serviço Geológico do Brasil, para a volta do VLT ao bairro do Mutange, por exemplo.

Em acordo assinado entre as partes, consta a criação de uma rede sismográfica de alta resolução, que permita o processamento de imagens mais profundas além de emitir alertas automáticos, uma vez que acompanhamentos técnicos apontam para o avanço do processo de instabilidade.

A rede, que deve ser custeada e instalada pela Braskem para monitorar o solo da região a nível mais profundo não foi instalada em sua totalidade até o momento pela empresa. 

De acordo com a Defesa Civil Municipal, a empresa se comprometeu em adquirir e instalar os equipamentos necessários para a criação da rede, mas os mesmos ainda estão em fase de instalação. A aquisição demorou, pois são equipamentos que não existem no mercado brasileiro.

Ao EXTRA, a mineradora afirmou em matéria publicada na edição impressa de número 1089 que a rede de monitoramento desenvolvida pela Braskem contempla uma série de equipamentos, incluindo um sistema de 10 sensores de microssísmica. Destes, quatro sensores de superfície iniciaram a operação em junho e três sensores de profundidade (300m) foram instalados em setembro deste ano.

A instalação dos outros 3 sensores de profundidade a 900m da superfície está prevista para dezembro. Esses equipamentos já foram adquiridos pela Braskem e a infraestrutura para sua instalação já está em andamento.

Apesar da conclusão da rede ser esperada para dezembro, A CPRM afirma que após a instalação, deve ser feito um período de processamento, interpretação e análise dos dados, até que seja possível o estabelecimento do sistema de alerta automático definitivo, em um prazo de no mínimo 1 ano e meio.

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