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CASO PINHEIRO

Buraco abaixo de bairros é do tamanho de três estádios do Maracanã

Serviço Geológico do Brasil confronta Braskem em audiência na Câmara Federal

José Fernando Martins

08/11/2019 12h12

O assessor da diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, Thales Sampaio
ReproduçãoO assessor da diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial, Thales Sampaio

A “terra tremeu” na Câmara Federal, em Brasília, durante audiência da comissão externa sobre o afundamento do solo nos bairros do Pinheiro, Mutange, Bebedouro e Bom Parto, em Maceió, que estão em cima de um buraco do tamanho de três estádios do Maracanã. 

A informação foi repassada pelo Serviço Geológico do Brasil em encontro, presidido pelo deputado federal João Henrique Caldas (JHC), quecolocou cara a cara duas protagonistas do Caso Pinheiro Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), que contou com o pronunciamento do presidente da entidade Esteves Colnago, e a Braskem, representada pelo diretor-geral Fernando Musa, que inclusive abriu a audiência com discurso sobre o trabalho da empresa em Alagoas.

Disse que a Braskem discute com a Agência Nacional de Mineração (ANM) um plano de fechamento das operações nos bairros atingidos e que a empresa estuda áreas rurais para continuar extraindo sal-gema de terras alagoanas.

Leia na íntegra no EXTRA ALAGOAS nas bancas!

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