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DISPUTAS

Empresário desafia presidente do IMA

Robson Calixto pede para que Gustavo Lopes comprove acusação de crime ambiental

José Fernando Martins

17/08/2019 15h03 - Atualizado em 18/08/2019 08h08

O empresário Robson Calixto
DivulgaçãoO empresário Robson Calixto

O empresário Robson Bernardo Calixto, que acusou o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) de sediar esquema criminoso com o objetivo de ganhar dinheiro a partir de licenças ambientais, rechaçou o argumento do presidente da autarquia Gustavo Lopes do que teria cometido crimes ambientes. O caso foi manchete do EXTRA ALAGOAS da última semana com o título: “Empresário acusa diretores do IMA de cobrarem propina”.

Segundo Calixto, “Gustavo Lopes mentiu para a sociedade alagoana e peço para que apresente provas dos meus supostos acúmulos de crimes ambientais. “Quero ver se tem coragem de produzir documentos falsos mais uma vez”, desafiou. Disse ainda que nunca teve problema ambiental e reforçou ser vítima de uma fraude orquestrada pelo agente do IMA, Ermi Ferrari Magalhães Neto, em conluio com Gustavo Lopes. 

“O fiscal Ermi não tem formação na área ambiental, não é funcionário público concursado do órgão sem competência legal, mas embargou e multou o empreendimento com a alegação de ser Área de Proteção Permanente, contestado na esfera administrativo e judicial, com pareceres técnicos de docentes da Universidade Federal de Alagoas (Ufal)”. 

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