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extorsão

Empresário acusa IMA de cobrar propina para emitir licenças

Loteamento em Limoeiro de Anadia teria sido embargado indevidamente

José Fernando Martins

09/08/2019 08h08 - Atualizado em 09/08/2019 14h02

Empresário contesta que área seja de preservação
Foto: DivulgaçãoEmpresário contesta que área seja de preservação

Um esquema criminoso funciona dentro do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) para extorquir empresários. A organização, para conseguir propina, dificulta a emissão de licenças ambientais a partir de coações e intimidações. É o que afirma o empresário Robson Bernardo Calixto, que formalizou e encaminhou denúncia a órgãos fiscalizadores e ao gabinete do governador de Alagoas, Renan Filho. 

O proprietário da Calixto e Falcão Investimento e Participações Ltda e RBC Investimentos e Participações Ltda está convicto: “Servidores do IMA têm atuado sorrateiramente prejudicando empreendimentos a fim de se locupletar do patrimônio alheio”. Do outro lado da moeda, os denunciados se declaram obedientes à lei e que Calixto estaria levantando falsas informações, que deverão ser respondidas em juízo.

Em um arquivo de 30 páginas, além de recibos, laudos, entre outros documentos, o empresário relata o que estaria sofrendo há três anos para finalizar dois loteamentos residenciais no município de Limoeiro de Anadia, localizado a 111 KM da capital alagoana. 

“Temos loteamentos em Limoeiro de Anadia: Alto da Serra e o Vista da Serra, todos com projetos aprovados pela prefeitura, escriturados e registrados em nome de duas empresas de propriedade da nossa família, com as devidas publicações feitas no Diário Oficial do Estado de Alagoas, e licenciados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional”, informa Calixto.

Outro lado

Segundo o IMA, "Robson Bernardo Calixto acusa o IMA, e alguns de seus servidores, de praticar infrações graves, como a cobrança de propinas para a liberação de documentos. Entretanto, o histórico de infrações ambientais, conforme o que preconiza a Lei Estadual 6.787/2006, e a quantidade de tentativas de intimidações cometidas pelo empresário contra servidores do órgão ambiental, indicam que o denunciante possui o único objetivo de pressionar o órgão a liberar a licença ambiental sem que ele cumpra/atenda a lista de documentos básicos para licenciamento ambiental de sua atividade. Ou pior, que não seja exigida a licença ambiental necessária".

Leia a matéria na íntegra no EXTRA ALAGOAS nas bancas!

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