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SEM ACORDO

Jornalistas anunciam paralisação por tempo indeterminado para terça-feira

Bruno Fernandes

19/06/2019 12h12 - Atualizado em 19/06/2019 17h05

Audiência aconteceu na manhã desta quarta-feira, 19, no TRT19
Jonathan LinsAudiência aconteceu na manhã desta quarta-feira, 19, no TRT19

Terminou sem acordo a última audiência realizada na manhã desta quarta-feira, 19, no Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT19), no Centro de Maceió, entre o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Alagoas (SindJornal) e representantes dos principais veículos de comunicação.  As empresas pretendem reduzir o piso salarial pago aos profissionais em 40% para, segundo seus representantes, "contratar mais profissionais".

Sem acordo, a categoria anunciou paralisação por tempo indeterminado para a próxima terça-feira, 25. Entre a apresentação de várias propostas, chegou a ser sugerido pelo presidente do sindicato Izaias Barbosa, o congelamento do piso salarial pago aos profissionais, mas as empresas, além de não aceitarem, também não apresentaram uma contraproposta.

A falta de uma proposta convincente levou ao anúncio da paralisação que deve acontecer por tempo indeterminado. "Já que não temos um acordo, entraremos em greve no próximo dia 25. Estaremos abertos a negociação até lá", declarou Barbosa ao final da audiência.

Proposta das empresas é de redução salarial de 40%; categoria anuncia greve - Foto: Jonathan Lins

A categoria recebeu apoio da Assessoria de Comunicação do Tribunal de Justiça de Alagoas que também anunciou a paralisação das atividades. "Os jornalistas têm o total apoio do presidente do tribunal, o desembargador Tutmés Airan", declarou a assessoria.

Na sexta-feira, 7, o governador Renan Filho (MDB) afirmou em entrevista coletiva no Palácio República dos Palmares que é contra a proposta de redução de 40% no salário dos jornalistas de Alagoas.

De acordo com o governador, qualquer redução de salário que venha ocorrer não é correta. "O cidadão se prepara para a renda que ele tem e a renda reduzir em 40%, transferindo para um rebaixamento e não tem nenhuma alternativa. Às vezes, em determinados momentos de crise, talvez não ter aumento é algo discutível”, afirmou.

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