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GOLPE DA BITITINGA

Usina fraudou execução de sentenças da Justiça do Trabalho

Esquema de sócios, políticos, advogados trabalhistas e cartórios prejudicou cerca de 400 trabalhadores

Vera Alves

17/05/2019 07h07

Juiz Edson Francoso marcou nova audiência para o mês de julho
Foto: DivulgaçãoJuiz Edson Francoso marcou nova audiência para o mês de julho

Uma ação civil pública de autoria do Ministério Público do Trabalho em Alagoas pode ser a luz no fim do túnel para centenas de ex-trabalhadores da falida Usina Bititinga S/A, alguns há quase 30 anos esperando pelo pagamento de indenizações trabalhistas.

A ACP 0000316-87.2019 tramita na 3ª Vara do Trabalho de Maceió e tem como fundamento os quase seis anos de uma minuciosa investigação que confirmou a participação de sócios da usina, políticos, advogados trabalhistas e tabeliães de cartórios num esquema de dilapidação dos bens, fraude na execução de sentenças e enriquecimento ilícito.

A ação civil pública visa ressarcir cerca de 400 trabalhadores, a maioria analfabetos, que durante anos trabalharam na sede da usina e em suas propriedades localizadas em Maceió e nos municípios de Flexeiras, Murici e União dos Palmares. Somente no caso dos trabalhadores, os danos são avaliados pelo MPT em R$ 40 milhões – valores de indenizações que não foram pagas e atualizados até 2015.

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