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ACIDENTE

Vítimas de vazamento de cloro na Braskem esperam há 8 anos por indenização

José Fernando Martins

05/04/2019 12h12

Braskem está localizada no Pontal da Barra
Foto: DivulgaçãoBraskem está localizada no Pontal da Barra

O pedido do procurador-geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça, para o bloqueio de R$ 6,7 bilhões dos cofres da mineradora Braskem para indenizar os moradores dos bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro, em Maceió, reacendeu a esperança daqueles que tiveram que abandonar suas casas e reconstruir a vida fora da região. 

Apesar do laudo sobre os fatores que levaram à instabilidade do solo sair só no final do mês, o Ministério Público de Alagoas (MP-AL) e a Defensoria Pública Estadual se anteciparam e apontaram a empresa, ligada ao Grupo Odebrecht, como principal causadora das rachaduras de residências, vias, comércios e edifícios. 

Caso seja realmente a culpada, a batalha judicial entre Braskem e o povo do Pinheiro pode levar anos. Pelo menos é o que acontece até hoje com os moradores vítimas do vazamento de cloro no dia 21 de maio de 2011. 

Cerca de 30 pessoas da comunidade pesqueira que reside atrás da fábrica, no bairro Pontal da Barra, foram intoxicadas. Reportagens da época destacaram que o vazamento aconteceu por volta das 18h40, quando a população foi avisada do acidente por meio de alarme, que só desligou às 20h15 quando a nuvem de gás de cloro se dissipou.

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