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Irmão de Marx Beltrão é acusado de chefiar quadrilha

Redação com assessoria

21/08/2018 06h06

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Policiais civis da Gerência de Recursos Especiais GRE/DEIC cumprem na manhã de hoje, 21, mandado de prisão expedido pela 17ª Vara Criminal da Capital em desfavor de Thalys Beltrão Siqueira, suspeito de chefiar uma organização criminosa especializada em furto de baterias de torre de telefonia celular. 

Thalys é filho do deputado estadual licenciado João Beltrão e irmão do deputado federal Marx Beltrão. Ele é acusado de liderar a prática de diversos crimes dessa natureza, sendo dois deles já comprovados. O grupo atuava principalmente no Litoral Sul do estado, intensificando suas ações nos últimos meses, o que deixou desassistida dos serviços de telefonia a população de diversas cidades.

No início do mês de julho, Thalys foi preso em flagrante no bairro da Serraria, em Maceió, e autuado por receptação e porte ilegal de arma de fogo quando transportava 16 baterias que foram rastreadas pela empresa de telefonia celular. 

Na ocasião, ele afirmou que comprou o material de boa fé de uma terceira pessoa. Posteriormente, foi ouvido novamente sobre a procedência das baterias e voltou a mentir sobre a origem do equipamento. Beltrão já é considerado foragido da Justiça.

Segundo os delegados Fábio Costa, Cayo Rodrigues e Thiago Prado, essas baterias são responsáveis pelo abastecimento das torres de telefonia quando ocorre falta de energia. Os delegados afirmam que esses materiais de alto valor são utilizados por proprietários de som automotivo chamados “paredões”, visto se tratar de sons potentes que necessitam desses tipos de baterias para recarregá-los.

"Não há dúvidas quanto à participação de Thalys no crime. Ele foi flagrado por câmeras de segurança instaladas em uma das torres alvo do furto, que mostra nitidamente o momento em que ele comanda os demais. Além disso, ainda está sob investigação a possível participação dele em outras ocorrências semelhantes já que se trata de crime bastante comum no estado”, informou Fábio Costa.

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