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TRAGÉDIA EM MACEIÓ

Corpos de militares mortos em queda de helicóptero são enterrados

24/09/2015 12h12

Corpos de militares mortos em queda de helicóptero são enterrados

Os corpos de três dos quatro militares mortos na queda de um helicóptero no bairro da Santa Lúcia, em Maceió, foram enterrados com honras no início da tarde desta quinta-feira (24) na capital alagoana. Os corpos do major Milton e do capitão Assunção foram enterrados no Cemitério Parque das Flores, no Farol. O soldado Diogo Melo foi sepultado no Cemitério Parque Maceió, no Benedito Bentes.

Os corpos foram velados durante toda a noite no Museu Palácio Floriano Peixoto, no centro de Maceió. Após um culto ecumênico, eles foram deslocados para os cemitérios. Os cortejos foram feitos por viaturas do Corpo de Bombeiros.

Morreram na tragédia o major do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) Milton Carnaúba Gomes Paiva, o capitão da Polícia Militar (PM) Mário Henrique de Assunção e os soldados da PM Marcos de Moura Pereira e Diogo de Melo Gonzaga.

O governador Renan Filho (PMDB) compareceu aos sepultamentos e lamentou as mortes. “Como governador, não poderia deixar de prestar essa homenagem às famílias pelo grande trabalho deixado por eles. Toda a sociedade está comovida com o que ocorreu. Estive pessoalmente varias vezes com todos eles e pra mim é muito triste ter que participar desses enterros”, falou.

O corpo do soldado Pereira foi levado para Palmeira dos Índios, onde foi sepultado no início da tarde.

 

O ACIDENTE

O acidente aconteceu no final da manhã de ontem, 23. A aeronave pertencia ao Gabine Militar do Governo do Estado e, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), estava com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) regular, o que indica que ela estava apta para voar.

A reportagem do G1 consultou o RAB da aeronave, que tinha capacidade para até 6 pessoas. De acordo com o documento, a aeronave possuía licença para voar até agosto de 2020.

O coronel André, do setor de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros, informou, ainda no local do acidente, que a aeronave era de 1992, mas estava em perfeitas condições.

Testemunhas do acidente relataram à reportagem o que viram no momento em que a aeronave caiu. Vários vídeos gravados com celular e postados em redes sociais mostram os destroços da aeronave e o carro atingido por ela na queda em chamas.

INVESTIGAÇÃO

Técnicos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II) dão prosseguimento, nesta quinta-feira, à perícia para descobrir os fatores que podem ter contribuído para a queda do helicóptero. A previsão é que os trabalhos durem cerca de um ano.

A equipe do SERIPA II conta com dois engenheiros e um mecânico. Para auxiliar nas investigações, também virá um representante da fabricante do helicóptero. A assessoria de comunicação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), informou que após os técnicos levantarem fotos, áudios, vídeos e diversos outros elementos necessários para esta primeira etapa da perícia, será iniciada a análise dos dados e só então será produzido um relatório final, que deve ajudar a esclarecer o acidente.

A Cenipa informou ainda que o objetivo da perícia também é prevenir que novos acidentes com as mesmas características ocorram.

 

 

Fonte: G1 Alagoas

 

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