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JULGAMENTO

Julgamento do ex-cabo Luiz Pedro é retomado nesta quinta-feira

24/09/2015 09h09

Julgamento do ex-cabo Luiz Pedro é retomado nesta quinta-feira

Deve ser retomado a partir das 8 horas desta quinta-feira (24), o júri popular do ex-cabo da Polícia Militar Luiz Pedro da Silva, acusado de ser o mandante do assassinato do servente de pedreiro Carlos Roberto Rocha Santos, em 2004. O julgamento foi suspenso no início da noite de ontem porque o advogado dele, José Fragoso, passou mal.

Segundo informações da assessoria do Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL), José Fragoso teve um pico hipertensivo. Como todas as testemunhas já tinham sido ouvidas no primeiro dia do júri, o julgamento será retomado com a fase de debates entre defesa e promotoria, com 1h30 para cada um. Depois dessa fase, haverá mais duas horas para réplica e tréplica.

A primeira testemunha a depor no júri popular foi a viúva da vítima. Alessandra Cristina Costa, que está morando em outro estado e depôs por vídeoconferência. Ela contou que o marido havia sido alertado por um assessor do acusado para que tomase cuidado.

Na sequência, foi a vez de Josenildo Viera dos Santos, que tinha um terreno ao lado da casa da vítima, e o pai do servente morto, Sebastião Pereira Santos.

Ele disse que não tem dúvidas de que o ex-cabo Luiz Pedro foi o mandante do crime. "Minha nora reconheceu as pessoas que sequestram meu filho e que trabalhavam para o Luiz Pedro", disse.

Após depôr, o acusado se disse confiante. "Acredito na Justiça e sei que vou ser absolvido. Quem matou essa pessoa já está na cadeia. Não tenho nada a ver com isso", afirma.

O CRIME

De acordo com os autos do processo, a vítima estava em casa, na Rua Nossa Senhora da Conceição, no Clima Bom, parte alta de Maceió, quando homens armados invadiram o local mediante ameaças e renderam o servente e sua mulher, na madrugada de 12 de agosto de 2004.

Ainda de acordo com o processo, a vítima foi levada de casa para um terreno, onde foi assassinada com vários tiros. Foram condenados no caso por homicídio qualificado Adézio Rodrigues Nogueira, Laércio Pereira de Barros, Náelson Osmar Vasconcelos de Melo e Leone Lima.

Segundo a acusação do Ministério Público, os homens faziam parte de uma organização criminosa chefiada e mantida por Luiz Pedro, que funcionava como uma suposta milícia.

Carlos Roberto teria sido morto por consumir entorpecentes, bem como por ter se desentendido com integrantes do grupo criminoso.

Fonte: G1

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