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SEFAZ

Servidores públicos protestam por reajuste salarial

17/07/2015 09h09

Servidores públicos sindicalistas da Central Única dos Trabalhadores (CUT) ocupam a parte externa do prédio da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), na manhã desta sexta-feira (17), no bairro da Cambona, em Maceió. A Sefaz está fechada e os servidores estão sem poder entrar.

Os servidores cobram do governador Renan Filho (PMDB) uma proposta de pagamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais ganho real e avanço nas negociações.

As lideranças sindicais da Segurança, Saúde, Educação e Agricultura e a CUT, que fazem parte do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais, estão na sede da Sefaz e aguardam uma proposta do governo.

De acordo com o representante da CUT, Isaac Jackson, a categoria quer um posicionamento do governador Renan Filho (PMDB). "Queremos o reajuste salarial que foi prometido há sete meses, de 6,41% dividido em 3 parcelas", diz.

A diretora do sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social e Trabalho no Estado de Alagoas (Sindprev) Olga Chagas, diz que a proposta do governo do estado é indecente e não atende ao pedido da categoria. "O governo quer dar 5%, só que isso não é nem a inflação", afirma.

O diretor do Sindicatos dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), Edilton Dantas, os professores reivindicam um reajuste de 13,01%, mas o governo só quer dar 7%. Por isso, estamos em greve", reforça.

O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas também estão no movimento. "Nós queremos um reajuste de 15%. Sabemos que o governo tem condições de pagar. Estamos aqui para pressionar o governo", afirma o presidente do Sindpol, Josimar Melo.

O Sindicato dos Setores Públicos Agrícola e Ambiental de Alagoas (Sindagro) também estão na manifestação. "O Renan precisa ouvir a categoria porque ele só deu reajuste para os militares e para servidores da Justiça e Ministério Público. Só que não só existe eles no Estado. A categoria é bem maior", reforça Perícles Barros.

A paralisação está prevista para as próximas 24 horas. A Secretaria de Comunicação do Estado informou ao G1 que está analisando o caso para dar um posicionamento.

Fonte: G1

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