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Política

Servidores estaduais ameaçam greve geral caso não sejam recebidos pelo Governador

Alagoas 24 horas

27/03/2014 11h11

Servidores estaduais ameaçam greve geral caso não sejam recebidos pelo Governador

Os servidores estaduais – de vários segmentos – acamparam na manhã desta quarta-feira, 27, na porta do Palácio República dos Palmares, no Centro de Maceió, para cobrar uma audiência com o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). Eles alegam insatisfação com a atual gestão, além de alegarem perdas referentes ao Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) e ameaçam greve geral caso não sejam recebidos pelo governador.

 

Estão reunidos em mobilização os servidores das pastas da saúde, educação, segurança, entre outras. De acordo com Maria Consuelo, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), o governo apresentou na última reunião, realizada na segunda-feira (24), uma proposta de 5,91% em cima do INPC, “logo após ampliou para 6%, mas refutamos e queremos 8,32% agora não apenas para os professores, mas para toda as categorias do Estado”.

 

A pauta de manifestação é extensa e cada categoria ainda reivindica pontos relacionados a cada segmento. De acordo com Cícero Lourenço, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), devido a insatisfação dos servidores estaduais com a atual gestão, os servidores não descartam a possibilidade de greve. “Principalmente se ele (o governador) não nos receber hoje será o estopim para uma greve geral dos servidores,” enfatizou. Lourenço se refere a uma audiência que estava marcada com o governo para às 10h, da manhã de hoje.

 

Os servidores da educação e segurança pública seguem uma pauta de mobilização extensa ao longo dos anos. Para Consuelo, isso reflete nos índices de violência que coloca Maceió como a cidade mais violenta do país e a 5ª do mundo. “Se gasta muito com armas, viaturas que nunca chegam aos profissionais e como se não bastasse a educação, que deveria ser a primeira coisa a ser pensada, nem ao menos recebe uma atençãozinha,” enfatizou.

 

De acordo com Rodrigo Aragão, do movimento dos aprovados no concurso da educação, o modus operandi do governo ao longo da pasta é de descaso. Segundo ele, os aprovados aguardam convocação e, mesmo assim, “o governo ainda insiste em fazer concurso, sem aproveitar o cadastro reserva e coloca monitor para substituir professor”.

 

Ainda de acordo com ele, há mais de oito anos não é feita pesquisa para saber o número real da carência de professores na rede.

 

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