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ALAGOAS

Projeto começa a desenvolver agricultura familiar no Baixo São Francisco

Pequenos agricultores recebem capacitação e tecnologia para mudar a dinâmica produtiva e gerar mais renda

Tamara Albuquerque

01/08/2020 11h11 - Atualizado em 01/08/2020 12h12

Projeto de cooperação entre Embrapa e Chesf beneficia produtores de Alagoas, Bahia, Sergipe e Pernambuco
AssessoriaProjeto de cooperação entre Embrapa e Chesf beneficia produtores de Alagoas, Bahia, Sergipe e Pernambuco

A cooperação entre a Embrapa Semiárido e Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) introduziu inovações tecnológicas para milhares de pequenos agricultores que vivem em municípios de Alagoas, Bahia, Pernambuco e Sergipe. São famílias com pequenas propriedades e atividades que apenas lhe garantiam a subsistência, mas que estão adquiriram nova dinâmica produtiva, passando a gerar volumes de renda que melhoraram a qualidade de vida de comunidades rurais inteiras.

Os pequenos agricultores envolvidos no projeto, que se estenderá até 2022, estão em municípios localizados no entorno das Barragens do Complexo de Paulo Afonso e das Usinas Hidrelétricas de Itaparica e Xingó. Em Alagoas, o projeto está em Pariconha, Olho D’Água do Casado, Delmiro Gouveia e Piranhas. No estado da Bahia, está em Paulo Afonso, Rodelas e Glória; em Pernambuco, Petrolândia e Jatobá e nos municípios sergipanos de Canindé do São Francisco, Poço Redondo e Nossa Senhora da Glória.

O projeto é denominado “Ações de desenvolvimento para produtores agropecuários e estudantes dos Lagos do São Francisco”. De acordo com Rebert Coelho Correia, pesquisador da Embrapa Semiárido, o projeto possui 10 planos com estratégias de responsabilidade social aliada a metodologias de construção de conhecimentos e de transferência de tecnologias. As ações têm colocado em operação uma rede de instituições públicas e organizações da sociedade civil para alcançar metas como a formação e capacitação de, no mínimo, 4 mil agricultores, técnicos e estudantes de escolas rurais.

Os planos de ação buscam elevar as produtividades da olericultura (cebola, tomate e melancia), bovinocultura (leite e carne), caprinovinocultura, avicultura, apicultura, fruticultura de sequeiro (umbu e maracujá, principalmente), e dos cultivos alimentares (milho, feijão e mandioca). A atuação é estendida à fruticultura irrigada (manga, goiaba, coco, banana e citros), à recuperação de mata ciliar do Rio São Francisco e ao beneficiamento de produtos da agricultura familiar (leite e frutas).

O projeto Lagos do São Francisco fomenta a apropriação de alternativas tecnológicas, valoriza os recursos naturais e o empreendedorismo por meio de um arranjo institucional local e interestadual que envolve Prefeituras Municipais e organizações da sociedade civil no território do Médio São Francisco.

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