Acompanhe nas redes sociais:
Alagoas, 24 de Abril de 2017

Outras Edições

Edição nº 918 / 2017

20/04/2017

Governo e TJ divergem sobre terras da Laginha

Movimentos sociais pressionam Judiciário para reforma agrária

José Fernando Martins [email protected]
Visão geral da Usina Paranaíba, avaliada em R$ 211,3 mi

O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) irá acionar a atual administradora da massa falida do Grupo João Lyra, a empresa Lindoso e Araújo Consultoria Empresarial Ltda, para analisar a destinação das terras da Usina Laginha para a reforma agrária. Entidades ligadas ao campo cobram uma posição da Justiça no que se refere à regularização das famílias que já vivem e produzem nas terras do ex-usineiro. 

Em encontro que aconteceu na terça-feira, 18, no Tribunal de Justiça, o coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Carlos Lima, disse que a permanência das famílias nessas áreas vai contribuir para a diminuição dos conflitos agrários no interior do estado.  “Estamos aqui para retomar os diálogos sobre as terras do Grupo João Lyra. Há três anos foi feito acordo para que as famílias deixassem as usinas Uruba e Guaxuma e se dirigissem para as terras da Laginha. A situação, no entanto, ainda não está regularizada”.

Leia mais no jornal EXTRA nas bancas!

Comentários

Curta no Facebook

Siga no Twitter

Jornal Extra nas redes sociais:
2i9multiagencia