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Alagoas, 23 de Abril de 2017

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Edição nº 918 / 2017

20/04/2017

Obra foi fatiada para garantir propina

Odebrecht afirma ter pago mais de R$ 2 milhões ao ex-governador Teotonio Vilela Filho; Marco Fireman teria recebido R$ 350 mil

Vera Alves [email protected]

Foi no bojo da divulgação das delações premiadas de cinco executivos da Construtora Norberto Odebrecht que veio à tona um dos mais escandalosos casos de licitação forjada em Alagoas. Um único trecho da obra do Canal do Sertão foi fatiado em três concorrências públicas para facilitar a distribuição de propina, além de proporcionar ganhos suspeitos às construtoras vencedoras. E mais grave: com valor original de R$ 700 milhões, o trecho fatiado acabou sendo contratado por quase o dobro do valor: R$ 1 bilhão 399 mil 754 mediante um acerto que envolveu diretamente o governo do Estado na primeira gestão do tucano Teotonio Vilela Filho.

Os cinco delatores - Alexandre Biselli, Ariel Parente Costa, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Fabiano Rodrigues Munhoz e João Antônio Pacífico Ferreira – ouvidos por procuradores da República em dezembro do ano passado -, relataram o pagamento de propina a Téo Vilela, ao ex-ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, ao ex-secretário de Infraestrutura Marco Fireman e ao secretário-adjunto da Seinfra, Fernando Nunes. 

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